Mesa Redonda sobre a Gestão de Risco no Sector Bancário

O Banco Nacional Angola de Angola (BNA) e o Citibank promoveram, nesta terça-feira, 20.04.2021, em formato virtual, através da plataforma Zoom, uma mesa redonda sobre a gestão de risco no sector bancário.

O evento foi aberto pelo Governador José de Lima Massano e contou com apresentações feitas pelo Banco Nacional de Angola, Citibank, Unidade de Informação Financeira, e Associação Angolana de Bancos.

Na nota de abertura, o Governador destacou os desenvolvimentos mais recentes no domínio legislativo e de coordenação institucional que confirmam o compromisso das autoridades angolanas com a resiliência do sistema financeiro nacional e contínua adoção de recomendações de boa prática no sector, como são às Leis do combate ao branqueamento de capitais, financiamento do terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa, do Sistema de Pagamentos e do Regime Geral das Instituições Financeiras.

Ao organizarem esta mesa redonda, o BNA e o Citibank pretenderam partilhar informação sobre a forma como as instituições se encontram organizadas em termos de sistemas de governação corporativa e controlo interno, e como estão orientadas para a identificação e mitigação de riscos associados ao branqueamento de capitais, financiamento do terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa.

Na ocasião, os prelectores defenderam a necessidade de reforço contínuo da formação do capital humano, monitoramento das medidas, processos e procedimentos de gestão de risco, bem como dos mecanismos regulatórios e supervisão no domínio da governação e controlo interno, visando a mitigação de riscos no sector bancário.

A audiência deste evento foi composta por quadros do Banco Nacional de Angola, especialistas do Citibank, assim como de responsáveis seniores dos bancos comerciais a operar em Angola.

No encerramento do certame, o Administrador do BNA, Pedro Castro e Silva, afirmou que o Banco Nacional Angola vai continuar a trabalhar no sentido de aprimorar o quadro legislativo e de supervisão baseada no risco, tendo como referência as boas práticas internacionais, especialmente no domínio da prevenção do risco de branqueamento de capitais e financiamento de terrorismo visando a garantia da estabilidade do Sistema Financeiro Angolano.